Pierre Gasly conquistou a pole position do GP da Itália de 2026 e encerrou um jejum do time de Enstone, que não largava na frente desde 2009. A equipe atualmente se chama Alpine-Mercedes e teve Flavio Briatore como chefe nas duas ocasiões: no feito de agora e na última pole da estrutura.
A posição de honra anterior foi obtida por Fernando Alonso no GP da Hungria, quando a equipe ainda competia como Renault e usava motores da montadora francesa. Alonso estava em sua segunda passagem pela escuderia, pela qual foi campeão da Fórmula 1 em 2005 e 2006.
A estrutura sediada em Enstone, na Inglaterra, manteve o nome Renault até o fim de 2011. Em 2012, passou a se chamar Lotus; voltou a usar Renault em 2016 e adotou o nome Alpine em 2021. Em 2026, deixou de utilizar motores Renault pela primeira vez desde 1994, quando a Benetton teve seu último ano com unidades Ford. As operações de Fórmula 1 da unidade de motores da Renault em Viry-Châtillon foram desativadas por decisão da cúpula da marca.
Briatore destacou o trabalho de Gasly e citou Franco Colapinto, companheiro argentino do francês. O italiano também afirmou que a equipe vinha mostrando competitividade e que David Sanchez, diretor técnico da Alpine, havia previsto a pole antes da sessão.
Para a corrida em Monza, Briatore colocou a vitória como objetivo para quem aceita sonhar, mas avaliou que terminar entre os três ou quatro primeiros também estaria ao alcance da equipe. Segundo ele, o resultado representa um reforço de confiança para uma equipe em construção.
Briatore assumiu o comando da Benetton na Fórmula 1 em 1991.








