A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) alcançou 99,85% no índice de transparência em 2025 e recebeu, pelo terceiro ano seguido, o Selo Diamante do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP). A classificação é a mais alta concedida pelo programa.
O resultado faz parte do balanço da presidência de Bruno Peixoto (UB), que também inclui a devolução de R$ 550 milhões ao Tesouro Estadual. O repasse foi anunciado em maio de 2026 e reúne recursos economizados no orçamento da Assembleia. Segundo a instituição, é o maior valor já destinado pela Casa ao Executivo.
A previsão é que o dinheiro seja aplicado em obras de infraestrutura em Goiás, com prioridade para a duplicação de rodovias estaduais. Estão entre as ligações anunciadas Goiânia–Nova Veneza, Goiânia–Orizona e Bela Vista de Goiás–Catalão.
A economia veio do duodécimo, recurso usado para custear as atividades do Legislativo. A Assembleia atribui o resultado à revisão de contratos, às mudanças na gestão da frota e à redução das despesas de funcionamento. Em 2023, foram repassados mais de R$ 13 milhões ao Estado. Em 2024, a devolução passou de R$ 18 milhões.
“O dinheiro que economizamos na Assembleia volta para a população em investimentos que melhoram a vida dos goianos”, afirmou Bruno Peixoto.
Indicadores e controle interno
O índice de transparência da Alego subiu de 97,36% em 2023, primeiro ano de Peixoto na presidência, para 99,67% em 2024 e 99,85% em 2025. A avaliação considera a divulgação de informações públicas, o acesso aos dados institucionais e o cumprimento das exigências de transparência.
A instituição também informou ter digitalizado processos, controlado despesas e aperfeiçoado procedimentos internos. Ao fim de 2025, concluiu o mapeamento de riscos de todas as unidades, conforme balanço do Comitê Central de Compliance.








