A pesquisa aparece como o principal destaque do Brasil no ranking QS 2027 de universidades da América Latina e do Caribe. As instituições brasileiras lideram quatro dos oito indicadores avaliados pela QS, com a USP na primeira posição em três deles: artigos por docente, impacto na web e rede internacional de pesquisa.
A Universidade de São Paulo manteve o segundo lugar geral pelo segundo ano consecutivo. A liderança continua com a Pontifícia Universidade Católica do Chile (UC). Também estão entre as dez primeiras a Unicamp, em terceiro; a UFRJ, em quinto; e a Unesp, em sexto. O Brasil tem 12 instituições entre as 50 melhores colocadas.
No Paraná, a UFPR ocupa a 37ª posição, enquanto a PUCPR aparece em 96º. Outras quatro universidades paranaenses integram o grupo das 200 melhores. Entre seis instituições do estado, apenas a UTFPR avançou em relação a 2026, passando do 122º para o 119º lugar. As outras cinco perderam posições.
Pesquisa sustenta desempenho brasileiro
No indicador de artigos por docente, as quatro primeiras universidades da América Latina e do Caribe são brasileiras: USP, Unicamp, Unesp e UFSCar. Na rede internacional de pesquisa, USP, Unicamp, UFRJ, UFRGS e Unesp estão entre as dez primeiras.
Em comunicado, Ben Sowter, vice-presidente sênior da QS, afirmou que a reputação entre empregadores é um desafio para as universidades brasileiras. De acordo com ele, as pontuações caíram em 79% das instituições classificadas nesta edição, o maior recuo entre os indicadores.
A edição de 2027 reúne 517 universidades de 27 países da América Latina e do Caribe. O Brasil aparece com 137 instituições classificadas, contra 70 da Colômbia e 69 do México. Entre as brasileiras, 50 caíram, 24 subiram, 56 ficaram estáveis e sete entraram pela primeira vez na lista.








