Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Anvisa libera importação de medicamento experimental para Lito Sousa
Foto: Reprodução
Brasil

Anvisa libera importação de medicamento experimental para Lito Sousa

Mila Seidl comemorou a autorização e afirmou que a substância deve chegar ao Brasil entre 7 e 9 dias.

Mila Seidl comemorou a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a importação de um medicamento experimental que poderá ser usado no tratamento de Lito Sousa, diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob. A publicação foi feita nesta sexta-feira (4), nas redes sociais.

A mulher do influenciador agradeceu o apoio recebido e informou que a substância deve chegar ao Brasil entre 7 e 9 dias. “O impossível está virando realidade! Estamos prontos para receber o tratamento!”, escreveu.

O medicamento é o ALN-6457, fabricado pela Regeneron Pharmaceuticals. A substância ainda está em fase de testes e não tem registro comercial no Brasil nem representante legal no país. Por isso, a autorização ocorreu por um procedimento excepcional, fora do fluxo padrão de importação de medicamentos.

A liberação atende a uma mobilização feita por Lito, amigos e familiares, que buscavam acesso a tratamentos ainda não comprovados para a doença.

Estado de saúde

Em vídeos publicados nesta madrugada, Mila contou que a família está se adaptando à rotina de cuidados em casa. Segundo ela, Lito segue bem dentro do possível, mantendo-se cognitivo, falante e pensante. Ela também afirmou que a família pretende publicar um vídeo para mostrar o influenciador conversando e atualizar as informações sobre o tratamento.

Mila pediu que os fãs não compartilhem notícias falsas sobre o estado de saúde do marido. Ela explicou que os cuidados paliativos não significam cuidados terminais e disse que Lito faz fisioterapia duas vezes por dia, além de fonoaudiologia, terapia ocupacional e acompanhamento psicológico.

A doença de Creutzfeldt-Jakob é uma enfermidade priônica rara, degenerativa, fatal e progressiva que afeta o cérebro. Ela pode causar perda rápida de funções neurológicas e, atualmente, não tem tratamento capaz de curá-la.

A família montou um sistema de revezamento para os cuidados. Mila relatou que a mãe, que mora em São Paulo, participa da escala ao lado de uma funcionária, da mãe de um colega da escola e da madrinha.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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