SÃO PAULO — Mila Seidl rebateu neste sábado (5) informações falsas sobre o tratamento de Lito Sousa, diagnosticado com a Doença de Creutzfeldt-Jakob. Com o avanço da condição, o influenciador perdeu parte da capacidade motora e começou a usar o medicamento experimental ALN-657.
Em Stories do Instagram, a empresária negou que políticos ou empresários tenham influenciado a liberação da medicação. Ela também afirmou que o remédio não foi obtido com financiamento de terceiros.
"Quem conseguiu a medicação fui eu e o Lito", disse Mila. Segundo a empresária, o casal participou, junto com os médicos, das entrevistas para entrar nos estudos do medicamento, mas não conseguiu integrar a pesquisa porque ela estava fechada. Ela ressaltou que Lito não deixou de ser aceito por não cumprir os requisitos.
Tratamento compassivo
Depois da negativa para participar do estudo, Mila contou que ela e Lito buscaram o tratamento compassivo. O casal conseguiu, por meios próprios, contato com outra farmacêutica e participou de uma reunião. A empresa autorizou o uso por considerar o caso do influenciador adequado para a medida.
A empresária disse que, na sequência, reuniu os documentos necessários para o processo de liberação no FGA, no Ministério da Saúde e na Anvisa. Ela classificou o procedimento como regular e previsto para pessoas na mesma situação.
Mila afirmou ainda que a Anvisa autorizou o tratamento após a apresentação das informações que justificavam o uso do medicamento. Ela negou a existência de ajuda excepcional para Lito e disse que não houve utilização de dinheiro público.
"Isso não é uma regalia nossa, é um direito de qualquer pessoa que está na mesma situação que a gente", declarou. A empresária pediu que parem de divulgar informações falsas sobre o processo.









