A direita bolsonarista é criticada por quatro características: ataques a mulheres, defesa considerada hipócrita da família, tratamento das mulheres como objeto e uma suposta vocação antidemocrática.
A avaliação diferencia o direito de defender um modelo de família da prática de integrantes do grupo. Flávio Bolsonaro é citado como exemplo de quem sustenta publicamente a família tradicional enquanto, na análise, adota uma vida privada incompatível com esse discurso. O texto também o descreve como menos ideológico que Jair Bolsonaro e os irmãos, mas dependente do bolsonarismo para permanecer no poder.
Ataques a jornalistas
Jair Bolsonaro é lembrado por ter ofendido a deputada federal Maria do Rosário (PT do Rio Grande do Sul) e por atacar a jornalista Patrícia Campos Mello durante a Presidência. Também são citadas críticas do bolsonarismo a Thaís Oyama, Victoria Abel, Vera Magalhães, Miriam Leitão e Juliana Dal Piva.
Juliana Dal Piva é autora de O Negócio do Jair — A História Proibida do Clã Bolsonaro, livro que aborda negócios imobiliários dos Bolsonaros. O texto afirma que novas reportagens da jornalista sobre a família ampliaram os ataques contra ela.
Patrícia Lelis aparece como uma das vozes que respondem às críticas do bolsonarismo. Ela é mencionada por confrontar Flávio Bolsonaro, Daniel Vorcaro e Marco Feliciano, além de denunciar o que considera excessos da direita.
Malu Gaspar também é citada, mas no contexto de ataques vindos de parte do petismo. A análise sustenta que discordâncias sobre o trabalho da jornalista não justificam ofensas e que setores da esquerda repetem, nesse caso, o padrão de desrespeito atribuído ao bolsonarismo.
Por fim, o texto afirma que a direita bolsonarista usa a democracia para combatê-la. A comparação apresentada é com a ditadura civil-militar de 1964 a 1985, defendendo que o grupo buscaria uma nova ditadura, e não uma democracia sem o PT.








