Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Conselhos sobre ex-família, gorjeta, casa de lago e câmeras
Foto: Chokniti/Adobe Stock
Brasil

Conselhos sobre ex-família, gorjeta, casa de lago e câmeras

Quatro dilemas discutem limites familiares, responsabilidade por atrasos, empréstimo de imóvel e privacidade de um cuidador.

Um filho se sente constrangido porque o pai continua tentando manter contato com parentes da ex-mulher, mesmo décadas depois do divórcio e da morte dela. A orientação é deixar que os adultos envolvidos decidam por conta própria quais relações querem manter.

Os pais se divorciaram há 40 anos, quando o filho tinha 8. A mãe morreu há 25 anos, mas o pai se ofendeu ao não ser convidado para uma viagem pelos parentes dela. Mais tarde, ao saber que ele convidaria os tios para almoçar, o filho avisou ao tio que não precisava aceitar por causa dele.

A recomendação é não tentar administrar os sentimentos nem as decisões do pai, dos tios ou de qualquer outro adulto. Ex-parentes por afinidade podem continuar amigos e convivendo socialmente. Por isso, o convite para o almoço poderia ser aceito ou recusado livremente, sem intervenção.

Outros três dilemas

Em uma lanchonete, um casal esperou 45 minutos por dois sanduíches B.L.T. Depois de ser questionado duas vezes, o garçom pediu desculpas, explicou que não controlava a cozinha e informou que a refeição não seria cobrada. Mesmo assim, um dos clientes deixou US$ 20 de gorjeta.

A avaliação é que o garçom não era responsável pelo preparo dos sanduíches. Como a refeição saiu por conta da casa, a situação teria recebido a melhor solução possível dentro do alcance dele.

Quem tem uma casa à beira de um lago e não gosta de receber pedidos de pessoas que não mantêm contato não precisa emprestar o imóvel. A resposta pode ser simplesmente não, mas a orientação é evitar ressentimento e aproveitar a oportunidade para retomar a conversa com antigos amigos.

Por fim, um sobrinho que cuida de uma casa e de um velho labrador não quer ficar sob vigilância constante das câmeras instaladas no quintal, na sala e no local onde o cachorro dorme. A solução de ligar os equipamentos apenas quando ele sair foi considerada razoável. Se isso não for suficiente, a alternativa é procurar outro cuidador.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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