Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Defesa de Dudu contesta acusações de Leila e pede revisão de condenação
Foto: Divulgação/Palmeiras
Brasil

Defesa de Dudu contesta acusações de Leila e pede revisão de condenação

Recurso afirma que jogador renunciou a cerca de R$ 25 milhões e questiona indenização por publicação nas redes sociais.

A defesa de Dudu quer que a Justiça reveja a condenação que fixou indenização de R$ 50 mil a Leila Pereira, presidente do Palmeiras. O recurso tem 47 páginas e também pede que a dirigente seja responsabilizada por declarações feitas sobre o atacante.

Um dos argumentos apresentados é que a saída do jogador não teria causado prejuízo milionário ao clube. De acordo com os advogados, Dudu abriu mão de aproximadamente R$ 25 milhões ao aceitar o encerramento antecipado dos contratos de trabalho e de exploração de imagem.

A defesa afirma que a iniciativa partiu do Palmeiras, em dezembro de 2024, quando Leila presidia e representava a instituição. O jogador teria aceitado a rescisão e renunciado à compensação financeira estimada nesse valor. A quantia, segundo o recurso, era superior à proposta de cerca de R$ 21 milhões apresentada anteriormente pelo Cruzeiro e recusada inicialmente.

Com esse argumento, Dudu contesta a declaração de Leila de que ele teria provocado prejuízo ao Palmeiras. A presidente também afirmou que o atacante deixou o clube “pela porta dos fundos”. O recurso ainda menciona o período em que o jogador ficou no banco de reservas, embora estivesse fisicamente apto para atuar.

Publicação nas redes sociais

A defesa relaciona a postagem “me esquece VTNC” a manifestações públicas negativas sobre a permanência do atacante no Palmeiras. Os advogados sustentam que a expressão foi uma reação a declarações anteriores de Leila, e não uma agressão isolada.

“A expressão com as siglas VTNC não foi proferida isoladamente e foi precedida das declarações de Leila”, afirma a defesa de Dudu. A Justiça considerou que a publicação ultrapassou os limites da liberdade de expressão e determinou o pagamento da indenização por danos morais.

No recurso, os advogados alegam que a sentença reconheceu a existência de provocação anterior e de conflito entre as partes, mas não avaliou esses elementos de forma adequada. Por isso, pedem o reconhecimento de cerceamento de defesa e a responsabilização de Leila pelas declarações sobre o jogador.

Caso a condenação seja mantida, a defesa solicita a redução do valor. O objetivo principal é impedir o pagamento dos R$ 50 mil fixados na decisão.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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