GOIÂNIA — Candidata ao Senado Federal, Gracinha Caiado (União Brasil) afirmou nesta terça-feira, 15, que pretende levar ao Congresso pautas associadas à direita, como a valorização do trabalho, de quem produz e da família.
“O meu posicionamento de direita é defender quem trabalha e quem produz, defender a família. Esse é o meu posicionamento e jamais vou mudar”, declarou durante entrevista à Rádio Bandeirantes.
Desenvolvimento e área social
Gracinha defendeu que o crescimento econômico caminhe junto com políticas voltadas à população em situação de vulnerabilidade. Ela contestou a ideia de que a agenda social seja exclusiva de partidos de esquerda e disse que as pessoas buscam oportunidades, não favores.
A candidata citou mudanças em Goiás desde 2019 nas áreas de saúde, educação, segurança pública e infraestrutura. Na avaliação dela, os resultados no estado mostram que é possível combinar desenvolvimento econômico e ações sociais.
Gracinha também relembrou problemas que, segundo ela, existiam no início do governo Ronaldo Caiado. Citou pacientes que precisavam viajar do Sul do estado até a capital para fazer hemodiálise, hospitais sem medicamentos e atendimento, além de escolas sem salas de aula.
Caso Banco Master
Durante a entrevista, Gracinha defendeu que todos os citados nas investigações do caso Banco Master sejam submetidos aos mesmos critérios, sem distinção por cargo ou posicionamento político. Para ela, o país enfrenta uma crise institucional que exige transparência e respeito à legislação.
A candidata afirmou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes deve prestar esclarecimentos à sociedade. “Eu quero um Brasil onde todos entendam que não existe ninguém acima da lei. Quando você se propõe a ser senador, ministro, deputado ou governador, você se propõe a cuidar das pessoas”, declarou.
Gracinha também se posicionou contra o aborto e defendeu a regulamentação adequada dos casos já previstos na legislação brasileira. Ela disse que a falta de regulamentação também atinge a reforma tributária e a renegociação das dívidas.









