Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Morre segundo bebê de gestante que morreu após cesariana de emergência
Brasil

Morre segundo bebê de gestante que morreu após cesariana de emergência

Adriana Inácio Silva morreu na quinta-feira, 10; Prefeitura de Porangatu abriu sindicância para investigar o atendimento.

O segundo bebê de Adriana Inácio Silva, de 43 anos, morreu após ficar internado em estado grave na UTI Neonatal do Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN). A mãe, que esperava gêmeos, morreu na quinta-feira, 10, dois dias depois de ser transferida de Porangatu para a unidade estadual.

Um dos bebês foi retirado sem vida durante uma cesariana de emergência. O outro nasceu vivo, mas precisou de atendimento intensivo e também não resistiu. A causa da morte da criança não foi detalhada.

A Secretaria Municipal de Saúde de Porangatu abriu uma sindicância administrativa para apurar as circunstâncias do atendimento realizado no Hospital Municipal. A Prefeitura informou que cobrou do Instituto Alcance, organização social responsável pela gestão da unidade, documentos, registros e esclarecimentos sobre o caso.

Atendimento questionado

Familiares afirmam que Adriana procurou o Hospital Municipal depois de sentir dores, enjoo e outros sintomas. Jéssica Karolayne, uma das filhas, disse que a mãe ficou internada durante três dias com suspeita de infecção urinária e recebeu alta sem apresentar melhora.

“Deu alta para ela sem ela estar bem, mandou para casa”, contou Jéssica.

Na terça-feira, 8, Adriana retornou ao hospital após notar que os bebês não se movimentavam. O quadro se agravou, e ela foi encaminhada ao HCN, onde chegou em estado grave, com forte suspeita de morte de um dos fetos.

A equipe realizou uma cesariana de emergência. O segundo bebê foi levado à UTI Neonatal, enquanto Adriana permaneceu hospitalizada. Segundo a família, ela apresentou síndrome de HELLP, complicação associada à pré-eclâmpsia.

O Instituto Alcance foi procurado para esclarecer os atendimentos, a alta concedida e os questionamentos da família, mas não respondeu até o fechamento. O espaço permanece aberto para manifestação.

A Secretaria de Saúde informou que acompanha a sindicância e que as medidas serão definidas após a conclusão das investigações e a identificação de responsabilidades.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Receba nossa newsletterUma seleção diária, direto na sua caixa de entrada.

As mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5