Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
O jogo, o bastidor, o placar
Maria Flor fala sobre ciúmes e amadurecimento ao virar madrasta de Martin
Foto: Reprodução/Instagram
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Maria Flor fala sobre ciúmes e amadurecimento ao virar madrasta de Martin

Atriz contou que teve medo da maternidade e só decidiu ser mãe depois de aceitar a relação construída com o enteado.

Maria Flor contou que enfrentou dificuldades para se reconhecer como madrasta de Martin, filho do psicoterapeuta Emanuel Aragão. A atriz disse que sentia ciúmes da relação entre os dois e não sabia lidar com a convivência familiar depois do casamento.

Ela afirmou que era imatura para assumir o papel e que chegou a entrar em disputas consideradas por ela infantis. Martin mora com Maria Flor e Emanuel metade da semana. Com o tempo, porém, os dois construíram uma relação própria, sem que ela precisasse ocupar o lugar de quem educa a criança.

A atriz explicou que passou a enxergar beleza na possibilidade de brincar e se divertir com Martin, criando um vínculo particular. O processo, segundo ela, foi sofrido, mas também representou uma etapa de amadurecimento. Maria Flor disse que só conseguiu decidir ser mãe depois de aceitar ser madrasta.

Quando engravidou, a relação entre os dois também mudou. Martin passou a compreender melhor a chegada do irmão e, conforme relatado pela atriz, também a adotou de alguma forma. Para ela, a relação entre madrasta e enteado é construída pelos dois e não reproduz necessariamente o vínculo entre mãe e filho.

Medos antes da maternidade

Maria Flor também falou sobre os receios que teve antes de formar a própria família. Ela contou que temia não dar conta da responsabilidade, não ser capaz e escolher o homem certo para viver essa experiência.

Quando se casou com Emanuel, Martin tinha três anos. Quando ela teve Vicente, ele já tinha oito. Nesse intervalo, a atriz disse que discutiu por muito tempo com o marido sobre a possibilidade de ser mãe, sem saber se queria isso ou se conseguiria lidar com a responsabilidade.

Maria Flor relacionou parte desse medo às dificuldades enfrentadas por seus pais, que eram jovens quando ela nasceu. Também afirmou que Emanuel tinha uma estrutura que talvez fosse necessária para ela, especialmente porque sua infância foi marcada por diferentes casas, embora a casa da mãe fosse sua referência.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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