Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Quando o VAR falhou: cinco decisões que abalaram a Premier League
Foto: Alexander Canillas/Sports Press Photo/Imago
Futebol

Quando o VAR falhou: cinco decisões que abalaram a Premier League

De gol anulado a impedimento não traçado, veja cinco erros reconhecidos pelas autoridades de arbitragem na liga inglesa.

A Premier League coleciona episódios em que o VAR não corrigiu um erro de campo — e, em alguns casos, acabou criando outro. As próprias autoridades de arbitragem reconheceram falhas em cinco lances que tiveram impacto direto nos resultados.

O gol de Haaland e a interferência de Fernández

No clássico de Manchester deste domingo, o Manchester City venceu o Manchester United por 1 a 0, em Old Trafford, com gol de Erling Haaland. O lance havia sido anulado por impedimento, mas o VAR concluiu que Patrick Dorgu mantinha o atacante em posição legal.

A discussão ficou concentrada em Enzo Fernández, que estava impedido e pareceu disputar a bola antes de ela chegar a Haaland. O VAR considerou que o meio-campista não interferiu na jogada e validou o gol.

Depois, o órgão de arbitragem admitiu que Michael Oliver deveria ter sido chamado para revisar o lance no campo. A análise envolvia um julgamento subjetivo sobre a participação de Fernández.

Cornet teve gol anulado contra o Chelsea

Em 2022, o West Ham perdia por 2 a 1 para o Chelsea, em Stamford Bridge, quando Maxwel Cornet marcou após Édouard Mendy falhar ao segurar a bola. Jarred Gillett recomendou uma revisão de um choque entre o goleiro e Jarrod Bowen.

Andrew Madley entendeu que Bowen cometeu falta e anulou o gol. David Moyes classificou a decisão como “escandalosa”, enquanto as imagens indicavam contato mínimo entre os jogadores.

A PGMOL reconheceu posteriormente que a decisão do VAR foi equivocada. O caso também levantou dúvidas sobre intervenções em lances nos quais a decisão original deveria ser mantida.

A linha errada no gol de Estupiñán

Em 2023, Brighton e Crystal Palace empataram por 1 a 1 após Pervis Estupiñán ter um gol anulado por impedimento. John Brooks traçou a linha a partir de James Tomkins, mas o defensor que deveria ser considerado era Marc Guéhi.

Guéhi estava atrás do companheiro e teria colocado Estupiñán em posição legal. Com a linha correta, o gol seria validado.

A PGMOL reconheceu ao Brighton “erros significativos” no procedimento e atribuiu a falha a erro humano. Brooks foi afastado por duas partidas.

O impedimento que não foi traçado

Em fevereiro de 2023, o Arsenal vencia o Brentford por 1 a 0, no Emirates Stadium, quando Ivan Toney empatou de cabeça aos 74 minutos. O VAR, comandado por Lee Mason, checou uma possível falta de Ethan Pinnock em Gabriel, mas não traçou as linhas para verificar a posição de Christian Norgaard.

Depois, ficou comprovado que Norgaard estava impedido e que o gol deveria ter sido anulado. O resultado custou dois pontos ao Arsenal na briga pelo título. Mikel Arteta afirmou que queria os pontos de volta.

Howard Webb pediu desculpas ao Arsenal, e Mason deixou a organização por acordo mútuo poucos dias depois. A PGMOL também reconheceu as falhas desse jogo e da partida entre Brighton e Crystal Palace.

Luis Díaz e a decisão entendida ao contrário

Em setembro de 2023, o Tottenham venceu o Liverpool por 2 a 1, em uma partida marcada pela anulação do gol de Luis Díaz. O colombiano foi apontado como impedido, embora Cristian Romero o colocasse claramente em posição legal.

A equipe do VAR acreditou, por engano, que a decisão em campo tinha sido validar o gol. A checagem terminou sem que o impedimento correto fosse comunicado.

A PGMOL classificou o episódio como um “erro humano significativo” e um “erro factual claro e óbvio”. O Liverpool acabou derrotado por 2 a 1, em um jogo que também teve a expulsão de Curtis Jones.

A organização divulgou o áudio da sala do VAR e mostrou o momento em que os árbitros perceberam o engano. O caso se tornou um dos exemplos mais claros de falha no processo, sem depender de uma interpretação difícil do lance.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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