Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Ana Hikari explica fim de noivado e fala sobre liberdade nas relações
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Ana Hikari explica fim de noivado e fala sobre liberdade nas relações

Atriz afirma que o relacionamento terminou por uma disparidade de gênero e defende autonomia, não monogamia e mudanças sociais.

Ana Hikari afirmou que o noivado com o chef uruguaio Facundo Connio terminou por uma disparidade de gênero. A atriz também falou sobre liberdade, sexualidade, carreira e a importância de preservar o próprio espaço nas relações.

Hikari se identifica como uma mulher bissexual e revisita essa trajetória em trabalhos como o curta-metragem “O quarto de Giovanna” e a série “Amora”, nos quais interpreta mulheres que vivem relações sáficas. Ela também está no elenco de “Emergência 53”, série do Globoplay, e prepara novos projetos.

A atriz disse que a representatividade na tela permite que pessoas vivam sua sexualidade com mais tranquilidade. Para ela, a orientação sexual deve poder aparecer como apenas um aspecto da complexidade das personagens, sem definir toda a história.

O fim do noivado

Em dezembro do ano passado, Hikari revelou o fim do relacionamento com Connio. O casal mantinha uma relação não monogâmica e à distância, modelo que, segundo a atriz, contribuiu para a duração do vínculo.

Ela contou que gostava da autonomia proporcionada pela dinâmica, do tempo sozinha e da possibilidade de se dedicar aos amigos, à carreira e aos próprios objetivos. Sobre o término, afirmou: “Acabou, infelizmente, porque era com um homem”.

Hikari declarou que procura, em uma relação, respeito pelo espaço individual, pela carreira e pelos projetos de vida. Para ela, a não monogamia faz parte da compreensão de que as pessoas podem sentir desejos por outras ao longo do tempo.

Arte e posicionamento

A atriz defendeu que arte e política não podem ser separadas. Ela afirmou que usa a visibilidade para questionar estereótipos e levar adiante discussões que considera importantes.

Graduada em Artes Cênicas na USP, Hikari fundou um coletivo feminista na ECA, a Escola de Comunicações e Artes. Ela citou a influência de Bell Hooks e Lélia González na formação de seu pensamento feminista.

A artista também disse que a conquista individual não representa uma mudança coletiva. Para ela, atores e atrizes asiáticos ainda têm poucas oportunidades, e uma das batalhas atuais é garantir mais tempo de qualidade na tela para esses profissionais.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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