Rio de Janeiro, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Brasileira recebe prisão perpétua na Itália por morte de companheiro
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Brasil

Brasileira recebe prisão perpétua na Itália por morte de companheiro

Adilma Pereira Carneiro foi considerada culpada por planejar a morte de Fabio Ravasio, atingido por um carro enquanto pedalava.

Adilma Pereira Carneiro, de 50 anos, foi condenada à prisão perpétua na Itália pela morte do companheiro Fabio Ravasio. O italiano foi atingido por um carro enquanto andava de bicicleta na província de Milão, em 2024. A cena foi apresentada inicialmente como um acidente de trânsito, mas a investigação apontou uma emboscada para simular um atropelamento.

A decisão foi tomada pelo Tribunal de Assize de Busto Arsizio, após um julgamento que durou 12 horas em junho. Para o Ministério Público, Adilma foi a mentora do homicídio e organizou o crime durante meses por motivos econômicos, com a intenção de ficar com o patrimônio de Ravasio. Amigos, familiares e amantes teriam participado da execução do plano.

Outros condenados

Além da brasileira, outras sete pessoas foram responsabilizadas pelo assassinato. Marcello Trifone e Fabio Lavezzo também receberam prisão perpétua. Massimo Ferretti foi condenado a 24 anos; Igor Benedito, a 23 anos; Mohammed Dhaibi, a 22; Mirko Piazza, a 14 anos e quatro meses; e Fabio Oliva, a 14 anos.

Durante o processo, Adilma negou as acusações. Antes da sentença, afirmou que "não tinha motivos para matar Fábio". Ela ainda tentou atribuir a responsabilidade ao ex-marido Massimo Ferretti, dizendo que havia descoberto que ele procurava alguém para matar Ravasio. Ferretti também foi condenado.

Os advogados da família da vítima, Francesco Arnone e Vincenzo Montalbano, disseram estar satisfeitos com a decisão e afirmaram que os oito réus foram considerados culpados.

Após a morte de Ravasio, a Justiça italiana reabriu a investigação sobre o falecimento de Michele Della Malva, ex-marido de Adilma, ocorrido em dezembro de 2011. A morte, inicialmente atribuída a um infarto, passou a ser analisada pelos promotores sob a possibilidade de envenenamento ordenado pela brasileira. Na imprensa local, Adilma recebeu o apelido de "louva-a-deus de Parabiago".

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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