TRE-RJ rejeita pedido de Carlos Jordy e mantém candidatura de Eduardo Paes
Tribunal considerou improcedente a ação que questionava a candidatura de Paes ao governo do Estado nas eleições de outubro.
Tribunal considerou improcedente a ação que questionava a candidatura de Paes ao governo do Estado nas eleições de outubro.
Procuradoria Regional Eleitoral afirma que ação de Carlos Jordy não apresentou provas consistentes de envolvimento com o crime organizado.
Parecer ao TRE-RJ aponta falta de provas concretas sobre alegações de vínculos de Eduardo Paes com grupos criminosos.
Alexandre Bueno Camargo recebeu pagamentos de empresas ligadas a ele e foi incluído como assessor de Jordy em viagem oficial ao Marajó.
Candidato ao Senado disse que não era aliado do ex-presidente da Alerj e classificou a operação como perseguição à direita no Rio.
Desembargador Bruno Bodart manteve o curso da ação e deu prazo para Paes responder a novos documentos anexados ao processo.
Nova etapa busca esclarecer a movimentação de recursos e a origem do dinheiro apreendido em dezembro, segundo a Polícia Federal.
Procuradoria Regional Eleitoral afirmou ao TRE-RJ que a ação de Carlos Jordy não apresentou provas concretas contra Paes.