Rio de Janeiro, Sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Paulina Porizkova relata mais força após adotar treinos aos 61 anos
Foto: GettyImages
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Paulina Porizkova relata mais força após adotar treinos aos 61 anos

Supermodelo diz que exercícios ajudaram a controlar a ansiedade e permitiram que ela dançasse a noite toda, apesar do ganho de peso.

Paulina Porizkova mostrou como tem sido sua rotina de exercícios aos 61 anos e afirmou que se sente mais forte atualmente. A supermodelo publicou um vídeo no Instagram na quinta-feira (1º), com imagens de treinos na academia e de uma dança em uma festa de casamento.

A modelo contou que nunca gostou de malhar e só começou a frequentar a academia depois dos 40 anos. Mesmo mantendo a atividade física, disse que ainda prefere ficar no sofá lendo romances. Para ela, a leitura contribui para o cérebro, mas não substitui os benefícios dos exercícios para o corpo.

Entre os movimentos exibidos estão rosca martelo, puxada no cabo, levantamento terra romeno, barra fixa e agachamentos. Paulina costuma treinar entre duas e três vezes por semana, alternando sessões para a parte inferior e superior do corpo e um dia dedicado a diferentes grupos musculares.

Com a orientação de um treinador, ela também passou a levantar pesos. Em outro momento, pratica Pilates. A supermodelo afirmou que a rotina ajudou a lidar com sua ansiedade severa e aumentou sua força.

Apesar de ter engordado 4,5 kg, Paulina disse que consegue dançar a noite toda com pessoas com metade da sua idade. Na legenda da publicação, descreveu o ganho de força como um benefício inesperado dos exercícios.

Mudanças para o casal

Paulina também comentou a evolução do marido, Jeff Greenstein, que começou a frequentar a academia. Segundo ela, ele ganhou força, sentiu melhora no desconforto no joelho e reduziu a medida da cintura de 38 para 35 polegadas.

A modelo relacionou a atual condição física do casal a diferentes desafios, incluindo sua artroplastia bilateral de quadril, as dores que enfrentou por anos, o ganho de peso na menopausa, os problemas no joelho de Jeff e a artrite nos dois ombros.

“Sentir que estamos na melhor forma física de nossas vidas aos sessenta anos é uma revelação”, escreveu Paulina. Ao concluir a reflexão, afirmou: “Nunca me senti tão bem no meu próprio corpo como hoje, aos 61 anos”.

Texto produzido pela Redação Arena em Foco com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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