Eduardo Bolsonaro busca novas sanções dos EUA contra ministros do STF
Ex-deputado e Paulo Figueiredo fazem reuniões em Washington com integrantes do governo Trump após suspensão de análise no Supremo.
Ex-deputado e Paulo Figueiredo fazem reuniões em Washington com integrantes do governo Trump após suspensão de análise no Supremo.
Ministro alegou possível impacto eleitoral para se declarar impedido, mas aliados de Bolsonaro esperavam voto favorável a André Mendonça.
Aliados esperavam apoio à abertura de investigação contra Alexandre de Moraes, mas avaliam que o ministro pode sair menos enfraquecido.
Aliados esperavam manter a pressão sobre Alexandre de Moraes, mas decisão amplia o foco do caso dentro do Supremo.
Registros de 2023 e 2024 mencionam uma sociedade entre a lobista e Fábio Luís Lula da Silva, que negou ter recebido repasses.
Entidade goiana diz que irregularidades devem ser investigadas, mas rejeita associar episódios específicos a todo o sistema de Justiça.
Volume de processos, conflitos no STF e decisões instáveis são apontados como fatores que afetam a relação entre Justiça, sociedade e Estado.
Com a mudança, o placar sobre a reunião dos casos ficou em 4 a 3 no Supremo Tribunal Federal.
Falas do ministro sobre mensagens, colegialidade, democracia e independência judicial são confrontadas com os elementos apresentados pela Polícia Federal.
Ministro abriu divergência contra Fachin em procedimentos ligados ao Banco Master; placar está empatado nas duas questões.
Plenário retoma às 14h a análise sobre a investigação de Moraes e deve definir o rito dos julgamentos previstos para 23 de setembro.
Ministro afirmou que Fachin não poderia assumir o processo e questionou a mudança feita após o envio dos autos por Mendonça.
Ministro questiona a legalidade da apuração conduzida por André Mendonça e rejeita suspeitas ligadas a Daniel Vorcaro.
Decisão foi tomada após Fachin acolher pedido de Moraes para liberar o acesso à Petição 15.645.
Decisão do ministro do STF também abrange apurações envolvendo Ciro Nogueira, Jaques Wagner e Cláudio Castro.
Internado em São Paulo, o candidato à Presidência pelo PSD comentou a investigação e citou políticos e autoridades.
Candidato do Missão também criticou ministros do STF, acusou Augusto Cury de comprar influenciadores e defendeu a pena de morte.
Presidenciável também atacou Lula e Flávio Bolsonaro durante entrevista e defendeu a divulgação de nomes ligados ao caso Master.
Internado em São Paulo, candidato à Presidência cobrou transparência nas investigações sobre fraudes no INSS e o Banco Master.
Candidato da Missão também chamou Flávio Bolsonaro de “bandido da política” e criticou a atuação de Alexandre de Moraes no STF.